Belo Horizonte, 04 de Sep de 2010
  • 28 de abril a 01 de maio de 2010.
  • Belo Horizonte Alphaville Lagoa dos Ingleses

Tendências para o verão: laços e mais laços

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Moda Paris por Ana Clara Garmendia

Ana Clara Garmendia é jornalista de moda. Ana é brasileira mas mora e trabalha em Paris, onde é credenciada junto à Câmara Francesa de Moda. Ela acompanha os principais desfiles de alta-costura...

Tendências para o Verão 2011: Menos é mais

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Tendências para o Verão 2011: Étnico global

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Tendências para o Verão 2011: Esportivo

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Lançamentos Inverno 2010: Mabel Magalhães

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por Luciana Dias

Começamos a temporada de lançamentos do Inverno 2010, cujas prévias foram apresentadas no último Minas Trend Preview. Vamos falar um pouquinho da coleção de várias marcas que participaram do evento, e nada como começar em grande estilo! Com as fotos do Inverno 2010 da Mabel Magalhães – marca que é história viva da moda que se faz aqui em Minas. Especialista em roupas de festa, a Mabel Magalhães tem como ponto de partida de seu Inverno o trabalho com texturas e bordados, passando por uma influência da estética Art-Decó. Quem é responsável pelo estilo da marca é o designer Daniel Maia, que desenvolve as peças da Mabel em parceria com Cláudia Magalhães.

As lindas fotos do catálogo foram clicadas em Nova York pelo fotoógrafo Gustavo Marx, com beauté primoroso pelo Ronnie Peterson e styling de chorar de emoção feito pela Mariana Sucupira. Difícil superar um começo desses, mas vamos tentar né?

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Fashion Rio: Lucas Nascimento

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por Luciana Dias

Lucas Nascimento

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Resenha: Lucas Nascimento
Por Luciana Dias


Para sua coleção de estréia no Fashion Rio, Lucas Nascimento buscou inspiração nas técnicas arquitetônicas, inovando no uso do tricot desde o tratamento do fio até a finalização das peças.

Silhueta/ Modelagem

A construção das peças ganham formas arredondadas, com comprimentos abaixo do joelho. As criações são ao mesmo tempo estruturadas e justíssimas – a ausência de cavas obriga os braços a ficarem rentes ao corpo, criando um estranho shape na parte superior da silhueta.

Peças-chave

Vestidos curtos e midi, sempre com volume enfatisado nos ombros. A textura dos vestidos varia. Saias sobrepostas em cores diferentes trazem um elemento quirky às roupas. Alguns sweaters recebem aplicações de placas metálicas em forma de mamilo, enquanto uma saia e um vestido são revestidos de placas em formato quadrado. As calças são cintura alta, e os shorts, curtíssimos, tipo hot pants.

Materiais

Tricot em lurex e mohair. As texturas são ora ondulares, ora tipo escamas e também há momentos em que lembram o neoprene.

Cores


Dourado, cobre, furta-cor, pink, amarelo, marrom, azul-bic e rosa flúor.

Calçados

Sapatos plataforma altíssimos, criados por Klaus Schmidt. De longe parecem mules com meias curtas, mas não passa de efeito óptico – as “meias” são na verdade feitas em couro, e fazem parte do sapato.

   

Fashion Rio: Cantão

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por Luciana Dias

Cantão

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Resenha: Cantão
Por Luciana Dias


A coleção inverno 2010 da Cantão se chamou Entremundos, celebrando a convergência de culturas, o constraste entre Oriente e Ocidente – misturando diferentes referências com harmonia. Essa foi a última coleção de Yamê Reis frente a marca.

Silhueta/ Modelagem

Silhuetas em sua maioria levemente amplas, ecoando o espírito bo-ho despojado que permeia a coleção.

Peças-chave

As referências étnicas andam lado a lado com a estética rocker, e coexistem com referências militares. Casacos de inspiração militar aparecem junto de saias bordadas, ou acessorizados com cintos com brilho – trazendo sofisticação às peças. Os ombros ganham destaque, em vestidos e blusas com ombreiras arredondadas. As saias longas estampadas fazem bonito junto de blusas com decote drapeado. Muitas peças recebem aplicações de correntes, nos quadris e ombros – mostrando que muitas vezes o acessório pode fazer parte da própria roupa.

Estampas

Arabescos, xadrezes e listras

Materiais

Veludo de seda, jeans em duas tonalidades justapostas, musseline de seda, palha Twil, algodão e viscose com fio lurex, viscose, kobe, patchwork de tricô mesclado.

Cores

Verde militar, dourado, vermelho uva, vermelho dourado, azul lápis, amarelo citrino, verde antique e caqui gengibre.

Acessórios

Lindas mochilas de tear colorido, em forma de maleta de mão.

Calçados

Botas sem salto e bico redondo, com fivela, em tons metálicos e marrom opaco.

   

Fashion Rio: Walter Rodrigues

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por Luciana Dias

Walter Rodrigues

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Resenha:Walter Rodrigues
Por Luciana Dias


Walter Rodrigues continua no ensejo de criar roupas especiais para o cotidiano, roupas sem grandes efeitos – do tipo que sai da passarela direto para a rua. Muitos o fazem sem encantar os olhos, mas esse não é o caso de Walter. A delicadeza no trato do tecido e na construção da roupa transparece – e sua coleção de Outono/Inverno 2010 oferece peças desejáveis para todas as idades. Basta saber olhar.

Silhueta/ Modelagem

As formas são amplas, geométricas e sobrepõem-se criando uma imagem de aconchego e conforto – sem deixar de ser bem moderno.

Peças-chave

Quimonos, casacos amploes e geométricos, saias em moulage, calças pantalonas de boca tão larga que se passam por saias. Vestidos simples e belíssimos, como o preto assimétrico justo, usado por cima de calça. Casacos com aspecto enrugado, emulando a aparência de elementos orgânicos (idéia vista também no desfile de Melk Zda).

Materiais

Crepe, casimira, veludo, tricoline, malha fluida, tecidos texturizados.

Cores

Branco, verde-oliva, preto, vermelho, azul-marinho, pinceladas de azul-cobalto.

Acessórios

A chapelaria de Eduardo Laurino para Walter Rodrigues é quase um estudo de referências ao orientalismo. Formas variadas, aparecem sempre em preto.

Calçados

Tênis tipo Converse de cano alto, feitos com tecidos de kimonos antigos.

   

Fashion Rio: Victor Dzenk

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por Luciana Dias

Victor Dzenk

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Resenha:Victor Dzenk
Por Luciana Dias


Victor Dzenk viajou pela Grécia Antiga para buscar inspiração para sua coleção Outono/Inverno 2010, trazendo a mitologia grega como referência. A estamparia digital, traço marcante do estilista, aparece tanto em tons suaves, em referências às ruínas dos templos e florestas gregos, quanto em tons mais fortes, em alusão a mitologia que cerca a origem do cosmos.

Silhueta/ Modelagem

Silhueta linear e fluida. Na modelagem, o drapeado predomina, em uma clara referência a Mme. Grès.

Peças-chave

Madame Grés é presença forte para os shapes. A moulage e os drapeados se unem às formas orgânicas, vestidos curtos tulipados – em alusão aos vasos e ânforas decorativos- e longos esvoaçantes com corte império e decotes assimétricos. O tomara-que-caia ganha efeito coluna. A alfaiataria se apresenta em casaquetos usados por sobre vestidos, de acordo com o que pede a estação.

Estampas

Estampas de mosaicos, de florestas etemas mitológicos gregos. Estampas que fazem referência às constelações e estrelas.

Materiais

Seda pura, cetim pixel texturizado, chiffon, tule plissado, malha rayon, jersey, sarjas, shantung, gabardine, jacquards, lã, peles, couros. Há ainda tricot de fio chenille.

Cores
Off-white, nude, bege, rose, vinho, verde, dourado, grafite, azul, púrpura, preto.

Calçados
Sapatos altos tipo meia-pata, feitos com elásticos trançados.

   

Fashion Rio: Melk Zda

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por Luciana Dias

Melk Zda

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Resenha: Melk Zda
por Luciana Dias

Melk Zda

O universo rústico da carpintaria é visitado por Melk Zda neste inverno 2010. A palavra chave aqui é textura. Folhas de madeira, marchetaria, cestos de palha, portas antigas e pregos serviram de inspiração. Os tecidos desenvolvidos chegam a simular as nervuras da madeira – e a composição de alguns vestidos remete às camadas dos troncos das árvores. Cada pedacinho de tecido contém um detalhe, uma superfície inusitada, um adorno. O trabalho manual de Melk Zda prova que sua grife tem a oferecer muito mais que um conceito. São idéias vestíveis.

Silhueta/ Modelagem

O conceito do trabalho em madeira desdobra-se no exercício de transformar uma superfície plana em algo interessante. A técnica da marchetaria traz recortes precisos para as modelagens. As formas são geométricas, com dobras, recortes e babados.

Peças-chave

A antiga camisa típica de carpinteiro, bem como seu avental se vêem desconstruídas e servem de base para vestidos e casacos.

Detalhes

Plaquetas-paetês de lascas resinadas ornamentam vestidos
trabalhados em tapeçaria de seda.

Materiais

Tecidos tecnológicos produzidos pela Santa Constancia se misturam a sedas naturais modificadas artesanalmente no atelier de Melk Zda.

Cores

Mogno, madeira de pinho, eucalipto, pau-brasil, azul pátina, capim dourado, palha e laranja.

Acessórios

Pulseiras de resina e madeira. Colares grandes em resina. Cintos finos em couro.

Sapatos

Botas na altura da canela, open-toe e com salto em madeira, assinados por Gabi Fonseca.

   

Fashion Rio: Backstage do desfile de Melk Zda

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por Luciana Dias

Um dos desfiles mais esperados do Fashion Rio é do designer Melk Zda. Depois de uma coleção de Verão que discutia os símbolos da violência, Melk buscou o orgânico e a carpintaria como inspiração de seu inverno.

Backstage

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por Luciana Dias

Continuamos a nossa retrospectiva – e agora vamos relembrar os momentos mais marcantes da temporada de inverno 2000!

2000 – parte II

Tendências

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Kenzo, Roland Mouret, Gucci

A sensualidade exuberante continua tendo a Gucci de Tom Ford como carro chefe. Roland Mouret faz sua estréia – e podemos dizer que com o tempo ele ficou bastante contido!

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Balenciaga, Givenchy e Jean-Paul Gaultier

Os anos 80 começam a ensaiar um retorno – mas vejam que a silhueta é bem mais caricata que a releitura oitentista recente, do fim da década.

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Dolce&Gabbana, Celine e Gucci

A vontade do luxo exacerbado, em oposição ao minimalismo dos 90, começa o seu reinado. Muitos brocados e brilhos por aqui.

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Prada, Kenzo e Fendi

O uso de peles anda junto com essa vontade do luxo exacerbado. E nesse momento, as peles aparecem sem pudor algum – como no desfile da Prada onde todos os looks tinham pele ainda que como um acessório.

Desfiles importantes

Christian Dior
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John Galliano faz piada da logomania, ao criar vestidos com estampas de jornais com manchetes da Dior. As modelos foram maquiadas como se estivessem sujas, em alusão aos moradores de rua de Paris.

Marc Jacobs

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Marc Jacobs faz mais um desfile impecável, pura inspiração sessentista. O fascínio atual com achados vintage deve muito a estética de Jacobs – que remixa o velho e o novo como poucos.

Hussein Chalayan

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2000 foi um ano bem bom para o estilista. Após uma linda coleção de verão, o Inverno 2000 de Chalayan entrou para a história com sua passarela-instalação de objetos vestíveis. É ver para crer (e se emocionar).



Editoriais de moda

A finada The Face marcou a época com seus editorias assinados por David LaChapelle. A sensualidade debochada aqui é encarnada por Ana Claudia Michels.

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Quer saber como foi o ano de 2001? Fica com a gente!

   

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por Luciana Dias

Após um breve intervalo, o blog MTP volta com muitas novidades. Por aqui vocês verão a cobertura completa das semanas de moda nacionais, bem como das Semanas de Paris no fim do mês. Fiquem atentos!

Resolvemos começar o ano fazendo uma retrospectiva da década, ano a ano, apontando o que de mais importante acontecia na moda e no mundo naquele momento. Vai ser uma longa viagem, mas a gente garante que vale a pena!

2000

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Para que possamos entender o que estava acontecendo na moda nos anos 2000, temos que avaliar o que veio antes. A década de 80 foi dos excessos, do neon, dos clubs… mas a economia desaqueceu no fim. A economia desacelerada fez com que espirito do tempo mudasse durante os anos 90, onde a moda foi guiada por duas linhas-mestras principais. O minimalismo, com roupas de design econômico, simples e fortemente influenciado pelo esporte e pelo utilitário. E o grunge, que além daquela estética bem conhecida trouxe uma importante mudança: brechós tornaram-se lugares interessantes para o consumo. Usar roupas de segunda mão passa a ser a coisa legal a se fazer.

Em 1994, Kurt Cobain morre – e a força do grunge que tinha nele seu grande polo começa a diminuir. E 94 é também o ano em que Tom Ford assume as rédeas da Gucci, onde permaneceu até 2004. Em 95, Tom Ford chama Carine Roitfeld, stylist renomada (e desde 2001, editora da Vogue Francesa), para colaborar na criação da imagem de sua marca. O duo trouxe o glamour e a sensualidade para as passarelas, e fez com que a Gucci torna-se um dos ícones da década.

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Tom Ford além de designer é também um talentoso homem de negócios, e tornou a Gucci rentável ao declarar em seus desfiles que a ostentação ainda tinha seu lugar. A logomania nunca foi tão forte, com um crescente consumo de bolsas, sapatos e roupas que gritassem de longe a qual maison pertenciam.

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É nesse contexto que surge um dos grandes produtos culturais que irão definir o comportamento de consumo das mulheres no século XX: a série Sex and the City. A obsessão de Carrie Bradshaw por Manolos e Jimmy Choos ecoou no mundo inteiro, contando às mulheres que sim, era ok gastar o seu dinheiro com moda novamente.

Verão 2000
A dualidade entre o glamour sexy e espalhafatoso de grifes como Gucci e Versace e o minimalismo futurista de Jil Sander e Chalayan são o ponto de partida para a moda no começo da década.
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Jil Sander, Versace e Prada

A camisaria apareceu em várias formas no verão. A grife Jil Sander é ainda um grande ícone da alfaiataria da qualidade. O vestido tipo chemise agradava pela praticidade.

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Louis Vuitton, Prada e Givenchy

Os códigos do vestuário ainda se faziam muito presentes, indo de Prada à Givenchy, que na época era comandada por Alexander McQueen.

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Calvin Klein, Lanvin e Ann Demeulemeester

A sensualidade ganhava território, aparecendo contida através de delicadas transparências na Calvin Klein e na Lanvin. Ann Demeulemeester apresenta uma de suas mais belas coleções, onde a sopreposição transparente ganha palavras bordadas em sua superfície.

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Gucci, Versace e Chloé

O Verão de 2000 abrigou uma sensualidade mais explícita, em especial nos desfiles de Gucci, Versace e Chloé (aqui dirigida por Stella McCartney). Os amplos decotes e chamativas estampas faziam forte alusão à transição fashion que aconteceu no fim dos anos 70. A Vogue America chama esse look de “burguesa irônica”.

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Gucci, Versace e Celine

Se os anos 90 foram uma década de forte hedonismo e culto ao corpo, os anos 2000 declaram que então é hora de mostrá-los. Não é a toa que a exuberância das modelos brasileiras marcou a década.

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Sonia Rykiel, Alberta Ferreti e Fendi

Ainda não era um crime fashion andar com a barriga de fora…

Louis Vuitton, Dior e Balmain

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Louis Vuitton, Dior e Balmain

…nem sair por aí com sua grife favorita estampada no peito!

Desfiles importantes

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O ano de 2000 foi um momento importante na consolidação da carreira de Hussein Chalayan como um dos pensadores mais importantes da moda do século XX. Sua coleção intitulada “Before Minus Now apresentou várias peças icônicas, entre elas, o vestido-aeroplano.

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Este vestido é hoje parte do acervo do Met, em NY.

No Brasil
A Semana de Moda brasileira ainda se chamava Morumbi Fashion na temporada de Verão 2000. Dois desfiles merecem destaque, o primeiro da marca G, de Gloria Coelho. Gloria utilizou tecidos leves e vaporosos, cortados a laser, criando belos volumes.
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Lembrou outro desfile importante da estação, mas das passarelas internacionais: o Verão 2000 da Comme des Garçons.

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Outro grande momento foi o desfile de Alexandre Herchcovitch. De acordo com Bitti Averbach, “O ápice do desfile foi quando as modelos, usando delicados vestidos brancos com flores aplicadas, paravam por instantes sob as lâmpadas de bronzeamento que faziam parte do cenário. Com a emissão dos raios UV, as roupas eram sutilmente tingidas de rosa pálido. ” Assista o vídeo abaixo!

E fiquem com a gente que ainda tem muito mais moda e mais causos pela frente!

   

Desfile de Patrícia Motta é destaque no MTP

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por Luciana Dias, Juliana Neumann e Cristiana Martins

Patrícia Motta apresentou um coeso desfile, com foco nos looks em couro, chamois, seda e peles nobres.Sua coleção “Caminhos” percorre a década de 40, 60 e 80.  A estilista apresentou um entrelace das cores e fortaleceu o trabalho do couro em roupas de festa. O conceito de marca da Patricia Motta vem muito calcado no trabalho virtuoso e delicado que a marca tem desenvolvido com couro e diversos tipos de pele. A textura é muito importante na coleção, enfatizando um caráter sensorial das roupas, que explora a imagem de uma mulher hiper-feminina e sedutora.
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